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Grades

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Das mais variadas formas, desenhos, materiais e tipos de perfis, as grades são elementos protetivos patrimoniais, ao mesmo tempo em que se mostram peças decorativas onde a criatividade de quem as executa praticamente não encontra limites.

Na grande maioria das vezes o design criativo serve, além de elemento estético para harmonizar com a arquitetura do imóvel, de subterfúgio para amenizar a cara sisuda que esse tipo de medida de segurança possui em sua essência.

Bem mais além de só assegurar uma proteção extra aos sistemas de fechamento de portas, janelas e claraboias, praticamente se pode utilizar grades em toda e quaisquer situações onde se deseje estender os limites físicos de muros, cercas e guarda corpos.

Uma aplicação também possível de acordo com o sistema construtivo e disposição física de seus elementos é a utilização de grades como alambrados para a limitação de espaços públicos que precisam aliar o controle de acesso à alta visualização do espaço interno, fato este que torna um muro convencional uma escolha completamente descartada.

Outra forma interessante de aproveitar a robustez e leveza de uma grade metálica é a aplicabilidade das mesmas como elementos de piso.

Solução muito bem vinda para montagens industriais de elevado porte como plataformas petrolíferas, bem como células de manufatura robotizadas que estão em níveis elevados do solo, aliam sua rigidez estrutural confiável com a considerável economia de materiais construtivos e como bônus propiciam uma alta velocidade de execução e reduzido peso estrutural aos projetos onde se aplicam, garantindo uma solução competitiva ímpar.

Com exemplares rudimentares encontrados em escavações arqueológicas datadas de dezenas de séculos atrás, sua invenção remonta ao tempo onde o homem obteve domínio da técnica da metalurgia.

Sendo certo que o homem iniciou essa atividade há mais de 5.000 anos, o ferro só começou a ser utilizado pelo homem na Europa e Oriente Médio por volta de 1.200 a.C. e assim, a “idade do ferro” (nome dado a este período), é considerada como o último degrau tecnológico e cultural do que era ainda tido como a pré-história.